domingo, 10 de março de 2013

Por que praticar exercício físico?


                                   

Vamos analisar o seguinte diálogo entre duas pessoas quaisquer, os nomes dos personagens serão Eeu e Etu, eles estarão fazendo um pequeno diálogo sobre o motivo de praticar exercícios físicos e não praticá-los, lá vai o diálogo:

_ Cara, tu faz exercício? _ Pergunta Etu.
_ Faço sim. _ Responde Eeu.
_ Mas... Tu faz por quê? _ Interroga novamente Etu.
_ Pra ficar forte e sarado. E tu faz exercício também? _ Eeu pergunta.
_ Não faço não, porque acho feio ficar forte e não gosto e nunca gostei de fazer exercício. _ Responde Etu.
_ Humm... Que pena cara, mas indo malhar. _ Despede-se Eeu.
_ Vá lá então. Até mais! _ Despede-se Etu.

Como vocês podem ver e analisar nesse diálogo, Etu não treina nada e não faz exercícios simplesmente porque não gosta e Eeu pratica exercícios físicos simplesmente por motivos estéticos, mas todos devem saber que a pratica de exercícios físicos vai além da finalidade estética, pois existem diversos motivos e benefícios para se praticar algum exercício físico, seja este treinamento de força, funcional, laboral e/ou longa duração.

A seguir, irei colocar alguns motivos e benefícios para você praticar exercícios, lá vão alguns:

- Aumento de força;
- Hipertrofia muscular;
- Redução da gordura corporal;
- Melhoria do desempenho físico em atividades esportivas e da vida diária;
- Melhoria do desempenho motor;
- Desenvolvimento da consciência sinestésica e controle corporal;
- Melhoria da postura;
- Melhoria do equilíbrio muscular;
- Diminuição da incidência de lesão;
- Estabilidade articular, principalmente da coluna vertebral;
- Melhoria da postura corporal;
- Aumento da eficiência dos movimentos;
- Melhora do equilíbrio estático e dinâmico;
- Melhora da coordenação motora;
- Melhora da resistência central (cardiorrespiratória) e periférica (muscular);
- Melhora da flexibilidade, faça alongamentos;
- Redução dos fatores de risco para doença arterial coronariana;
- Redução da mortalidade e da morbidez;
- Menor ansiedade e depressão;
- Sensações de bem-estar aprimoradas;
- Fortalecimento do sistema imunológico, dentro dos seus limites;
- Melhora e controle das funções endócrinas;
- Redução de colesterol total, LDL e outras alterações bioquímicas;
- Outros.

Listrei vários motivos e benefícios para se praticar exercícios físicos, agora cabe(m) a você(s) praticar exercício, pois, como eu havia mencionado anteriormente, isso vai muito além da estética, isso é uma questão de saúde corporal, então pratique exercícios físicos e tenha sempre um profissional de Educação Físico acompanhando suas atividades físicas.


    


Referências

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (ACSM). Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 6ed. 2000.

FLECK, S. J.; KRAEMER, W. J. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

McARDLE, W.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

MONTEIRO, Artur; CARNEIRO, Thiago. O que é treinamento funcional?. Disponível em: http://www.arturmonteiro.com.br/2010/04/o-que-e-treinamento-funcional/. Acesso em: 07 de julho de 2012.

NAHAS, M. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. Londrina: Midiograf, 2001.

Treino funcional previne lesões. Disponível em: http://fitnesstogether.com.br/blog/treino-funcional-previne-lesoes/. Acesso em: 07 de Julho de 2012.
 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Por que estudar Anatomia e Fisiologia?


Introdução

O nosso corpo é uma máquina fenomenal! Quando executamos qualquer atividade ele estabelece uma diversidade de fatores coordenados que ocorrem enquanto efetuamos a leitura deste texto, por exemplo. Esses fatores permitem que funções complexas, como a audição, a visão, a respiração e o processamento de informações, continuem sem um esforço consciente.
Podemos exemplificar, ainda melhor, da seguinte forma: no momento em que você levanta da cama, atravessa a porta da sua casa e caminha pela rua, grande parte dos seus sistemas corporais serão acionados, permitindo que você passe do repouso para o exercício. Caso você continue com essa rotina diariamente, durante semanas e meses, e aumentar gradualmente a duração e a intensidade de sua caminhada, o seu corpo irá sofrer uma adaptação que ocasionará uma melhora do seu condicionamento físico.

Desenvolvimento
  
Durante séculos, pesquisadores estudaram fatores relacionados ao funcionamento do corpo humano para desempenhar as diversas atividades cotidianas.
Muitas vezes estudantes e até mesmo profissionais de cursos da área de Saúde não sabe ou não entende o porquê de estudar duas disciplinas fundamentais para esses cursos – Anatomia e Fisiologia. Então vamos lá, aos conceitos das mesmas e a importância de estudá-las.
A anatomia é o estudo da estrutura ou morfologia de um organismo. Através dela, aprendemos a estrutura básica de várias partes do corpo e suas inter-relações. A fisiologia é o estudo do funcionamento do corpo. Na fisiologia, estudamos como os sistemas orgânicos, tecidos, células e as moléculas intracelulares do nosso corpo funcionam e como suas funções são integradas para regular nosso ambiente interno.
Em outras palavras, a fisiologia tem como objetivo estudar e explicar os fatores físicos e químicos que são responsáveis pela origem, desenvolvimento e progressão da vida, na fisiologia humana, pra ser mais específico, busca-se explicar as características e os mecanismos específicos do corpo humano que fazem dele um ser vivo, ou seja, explicar como as estruturas básicas ou morfológicas do nosso corpo se interagem para manter o corpo em “perfeito” funcionamento, ou melhor ainda, manter o corpo vivo. Nesse sentido, como a fisiologia está centrada nas funções de estruturas, não se pode discutir facilmente a fisiologia sem conhecer a anatomia.

Conclusão

Logo, podemos ver que uma depende da outra e que as duas são de fundamentais importâncias para o devido conhecimento do corpo. Se você quer ser um bom profissional da área de Saúde, aprenda e compreenda essas duas disciplinas e ponha seus conhecimentos tanto no seu trabalho como no seu cotidiano, caso contrário você será apenas um mero “profissional”, se é que essa é denominação correta.
 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Sistemas corporais


            O nosso corpo é constituído por sistemas corporais, estes responsáveis por realizar as diversas funções no nosso, eles se interagem entre si para manter o corpo em perfeito funcionamento e, é claro, manter o organismo vivo, pois um depende do outro e a “falha” de um pode prejudicar os outros. A seguir serão descritos de forma resumida as funções de cada sistema corporal.

Sistema cardiovascular
              
            Os nutrientes absorvidos no intestino delgado e gás oxigênio (O2) absorvido pelos pulmões são distribuídos às células do nosso corpo pelo sistema cardiovascular, que é constituído por veias e artérias, pelos quais circulam o sangue.

Sistema respiratório

Todas as células do corpo humano executam respiração celular, processo que ocorre nas mitocôndrias (organela celular responsável pela produção de energia através da utilização de O2). Nesse processo, substâncias orgânicas reagem com O2 liberando energia, que é utilizada pela célula em seus processos vitais. Os produtos finais da respiração celular são água (reutilizada pelo corpo) e dióxido de carbono (CO2) (eliminado do corpo).

Sistema renal ou urinário

            Esse sistema é responsável pela maior parte da excreção do nosso corpo, com exceções do CO2, que é excretado pelo sistema respiratório, e das fezes, que são excretadas na fase final da digestão do nosso corpo. A excreção refere-se ao processo por meio do qual um organismo se livra de substâncias indesejáveis produzidas em seu metabolismo. Esse sistema é constituído por órgãos e estruturas responsáveis pela filtração do sangue e eliminação de substâncias potencialmente tóxicas, como a uréia, e a eliminação dessas se dá através da urina.

Sistema digestório

            A ingestão dos alimentos, sua digestão e a absorção dos produtos (nutrientes) resultantes são realizados por um conjunto de órgãos que constituem o sistema digestório. Este se compõe de um longo tubo, com cerca de 9 m de comprimento – o tubo digestório –, e de algumas glândulas associadas, como as glândulas salivares, o pâncreas e o fígado.

Sistema nervoso

            A comunicação entre os diversos órgãos e células ocorre graças a dois eficientes sistemas de integração corporal: o sistema nervoso e o sistema endócrino. Podemos pensar no sistema nervoso como uma rede integrada, em constante funcionamento, capaz de comunicar-se com extrema rapidez, e garantir a efetividade e funcionamento de diversos sistemas, além de ofertar ajustes necessários para a sobrevivência. A estrutura desta rede possibilita o bom desempenho dos sentidos, bem como da coordenação, leitura e interpretação das informações que acontecem no meio, isso porque as células deste sistema estão estruturalmente muito bem organizadas no corpo humano a partir de um comando central. As funções que o sistema nervoso desempenha são: controle do ambiente interno; controle dos movimentos; ação reflexa da medula espinhal; compreensão, assimilação, memória e aprendizado.

Sistema muscular

            Os músculos são responsáveis por cerca de metade da massa corporal de uma pessoa saudável. A locomoção e a movimentação de partes do corpo, a circulação do sangue nos vasos sanguíneos, o deslocamento do alimento no tubo digestório, a eliminação de saliva pelas glândulas salivares, a eliminação de urina etc. são apenas alguns exemplos de ações que dependem da atividade muscular. Os músculos podem ser comparados a “motores” que transformam a energia dos nutrientes em força, permitindo a movimentação do corpo. No corpo humano há três tipos de tecido muscular: estriado esquelético (músculos de contração voluntária), liso (músculos de contração involuntária) e estriado cardíaco (o coração).

Sistema esquelético

O conjunto de ossos e cartilagens que dá sustentação ao corpo humano constitui o esqueleto. Este protege órgãos internos e participa da movimentação do corpo, servindo de ponto de apoio para a ação dos músculos esqueléticos. Além dessas funções, o esqueleto atua como reserva de cálcio e local de formação das células do sangue.

Sistema sensorial

A capacidade de perceber o ambiente depende de células altamente especializadas denominadas células sensoriais. Há células sensoriais espalhadas pelo corpo e células sensoriais nos chamados órgãos dos sentidos. Essas células e órgãos especializados na percepção das condições internas e externas ao corpo constituem o sistema sensorial. O sistema sensorial é constituído por: paladar, olfato, audição, visão e tato.

Sistema imunológico

Apesar do nosso corpo ser bem protegido pela pele e pelas membranas que revestem os órgãos internos, é praticamente impossível evitar a entrada de microorganismos invasores, alguns bastante perigosos. Felizmente, contamos com um eficaz sistema de defesa interno, que é o sistema imunológico, constituído por órgãos, células e moléculas responsáveis pela defesa do nosso corpo.

Sistema endócrino

O sistema nervoso e o sistema endócrino são os dois principais envolvidos no controle da homeostase (propriedade dos seres vivos de regular o seu ambiente interno de modo a manter uma condição estável), mas diferem quanto ao seu funcionamento. Enquanto o sistema nervoso atua por meio da liberação de neurotransmissores (transmissão de mensagem de um nervo ao outro, ou de um nervo a um tecido), o sistema endócrino atua por meio da liberação de hormônios na corrente sanguínea (glândulas endócrinas) para que cheguem até o tecido. Porém, ambos são estruturados para receber a informação, organizar a resposta adequada e enviá-la ao órgão alvo. Boa parte do funcionamento do corpo humano depende da comunicação entre as células por meio de mensageiros químicos que viajam pelo sangue: os hormônios (substâncias produzidas e liberadas por determinadas células, que atuam sobre outras células, modificando seu funcionamento). As células que produzem hormônios estão localizadas nas glândulas endócrinas e as células que recebem hormônios são chamadas células-alvo, que possuem proteínas chamadas receptores hormonais.

Conclusão

Podemos concluir que os sistemas corporais são realmente importantes para manter o funcionamento e a integridade do nosso corpo, cada um desempenha suas funções específicas e eles interagem entre si. Logo, não há um sistema mais importante que o outro, todos são importantes e que se um “falhar”, os outros serão prejudicados e, assim, o corpo pode ter várias sequelas ou até mesmo vir a óbito, então não prejudiquemos nenhum deles, pois como eu já disse todos são importantes.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Qual a diferença entre manteiga e margarina?

No pão, é difícil distinguir, mas a nutricionista Tereza Cibella explica a diferença entre as duas. “A manteiga é derivada do leite de vaca, fornece gorduras saturadas e pode aumentar o colesterol dependendo da quantidade ingerida. Já a margarina é derivada de óleos vegetais, passa por um processo de hidrogenação para que eles fiquem sólidos, levando à formação de gorduras trans, que reduz o HDL (colesterol bom) e aumenta o LDL (colesterol ruim)”. A margarina, na verdade, é um substituto da manteiga. Em 1869, Napoleão III, imperador da França, ofereceu um prêmio para quem descobrisse uma opção mais barata à manteiga, já que o país enfrentava uma crise econômica e o produto estava cada vez mais caro. Hippolyte Mergé-Mouriés (1817-1880), químico francês, decidiu imitar o processo natural que ocorre no organismo das vacas leiteiras, que mesmo quando perdem peso por carência de alimentos, continuam a produzir leite, embora em quantidades menores. A experiência resultou em uma nova gordura, advinda da extração de um líquido oleoso denominado óleo margarina.

Referência

Curiosidades da culinária. Disponível em: http://www.terra.com.br/culinaria/infograficos/curiosidades-alimentos/. Acesso em: 23/11/2012.

Doenças cerebrovasculares



A doença cerebrovascular é a diminuição ou ausência do fluxo sanguíneo no cérebro. Às vezes, essa diminuição ou ausência do fluxo acontece de forma inesperada ou abrupta causando os conhecidos acidentes vasculares cerebrais. Existem dois tipos de lesões: a isquêmica e a hemorrágica. As lesões isquêmicas acontecem por uma interrupção do fluxo sanguíneo em alguma parte de cérebro. A interrupção da circulação se dá, geralmente, por causa de arterioscleroses que engrossa as paredes da carótida (vasos sanguíneos que levam sangue arterial do coração para o cérebro), reduzindo o fluxo. A lesão hemorrágica é a saída de sangue para o tecido encefálico, ocasionada pela rotura de uma artéria.
Os fatores que aumentam o risco de desenvolver uma doença cerebrovascular são a hipertensão arterial, tabagismo, algumas alterações cardíacas, consumo excessivo de álcool, colesterol alto, diabetes, vida sedentária e obesidade. Sendo a hipertensão responsável por 45% a 80% dos casos.
A doença cerebrovascular, segundo dados oficiais, é responsável por mais óbitos, no Brasil, do que a doença coronária. Os sintomas mais frequentes são o adormecimento ou formigamento, diminuição ou ausência de sensibilidade, paralisia ou fraqueza nos membros e cegueira unilateral.
Os exames clínicos, de forma geral, exame neurológico e exame vascular são utilizados para a realização do diagnóstico de isquemia (ausência ou fluxo sanguíneo insuficiente). Após, é comum a realização de exames complementares para um diagnóstico mais preciso. Depois de concluído, é possível aumentar o fluxo sanguíneo ou remover placas ateroscleróticas através de métodos cirúrgicos. A cirurgia mais utilizada é a endarterectomia ou a angioplastia de carótida com stent. A primeira remove as a placa de ateroma. Já a angioplastia abre a artéria e o stent a mantem aberta.

Referência

Disponível em: http://www.buscasaude.com.br/cirurgiao-vascular/prevencao-do-avc/. Acesso: 27 de janeiro de 2013.


sábado, 5 de janeiro de 2013

Celulite


O que é celulite?
                  
            A celulite, cientificamente chamada de fibro edema gelóide, é um distúrbio estético que acomete quase que exclusivamente as mulheres, sendo muito comum nos dias de hoje. A celulite trata-se do aparecimento de ondulações na pele, propiciando o aspecto de "casca" de laranja, consequente do aumento de tecido gorduroso sob a pele.
O processo de formação da celulite acontece a partir do aumento gradativo da deposição de gordura sob a pele. É causada por alterações no tecido gorduroso sob a pele, em conjunto com alterações na microcirculação e consequente aumento do tecido fibroso. É uma afecção benigna, crônica que não apresenta cura.
A celulite afeta aproximadamente 95% das mulheres, seja na forma mais suave ou em um estágio avançado, já que conta com 4 estágios de evolução, compromete a região dos glúteos, coxa, abdômen e braços, sendo considerada antiestética com pluralidade etiopatogênica.
Com foi mencionado no início, infelizmente, a celulite ainda não tem cura, mas existem diversas forma de tratamento, que podem melhorar significativamente o aspecto da famosa "casca de laranja".

Confira os principais fatores que agravam a celulite:

·        Sedentarismo;
·        Bebida alcoólica e/ou refrigerantes em excesso;
·        Cigarro;
·        Obesidade;
·        Estresse;
·        Excesso de sal;
·        Pílulas Anticoncepcionais;
·        Transtornos Ortopédicos;
·        Fatores hormonais;
·        Genética.

Dicas para atenuar a celulite:

  • Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas, já que são bebidas que fornecem calorias e não contam com nenhum valor nutritivo, prefira a ingestão de água ou sucos naturais;
  • Pratique exercícios físicos, combinando exercícios aeróbios com exercícios de musculação favorecendo assim o metabolismo de gordura e o ganho de massa muscular;
  • Evite ou consuma com moderação alimentos gordurosos como pizzas, molhos gordurosos, pães e bolachas recheadas, sorvetes e biscoitos amanteigados;
  • Procure dosar a quantidade de óleo durante a preparação dos alimentos;
  • Substitua as frituras por preparações grelhadas, assadas ou cozidas.
  • Além desses fatores, a adoção de outras medidas como tomar bastante líquido durante o dia (preferência água), aumentar o consumo de fibras e potássio, além de optar por alimentos naturais como os crus, cozidos ao vapor e integrais, apresentam mais nutrientes colaborando para o bom funcionamento do organismo.

Referências

Celulite. Disponível em: http://www.tuasaude.com/celulite/. Acesso em: 05 de janeiro de 2013.

Como tratar a celulite?. Disponível em: http://posugf.com.br/noticias/todas/1972-como-tratar-a-celulite. Acesso em: 05 de janeiro de 2013.


sábado, 22 de dezembro de 2012

Overtraining: o que é isso?


Overtraining é o termo usado para designar um excesso de treinamento. Ocorre quando a pessoa treina de forma inadequada, não respeitando os intervalos ou tempo de recuperação. Este exagero poderia ser evitado com um bom planejamento em relação a volume, intensidade e pausas de recuperação dos treinos.
Observado constantemente em atletas, o overtraining é causado por fatores relacionados ao treinamento e também agravados com uma dieta inadequada, estresse e excesso de competições.
Por isso, é muito importante fazer uma avaliação física antes de iniciar qualquer atividade física e montar um treino seguro e eficiente de acordo com o seu nível de condicionamento físico.
Desta forma a pessoa que inicia um treinamento já começa de forma correta e adequada.
Já um atleta de ponta deve ter uma equipe de profissionais entre nutricionistas, técnicos, fisioterapeutas e especialistas que possam planejar o treino, dieta e outras coisas destes atletas, fazendo com que estes tenham um maior rendimento e de forma saudável.
Sintomas do overtraining:
- Perda de apetite;
- Perda de peso;
- Insônia;
- Cansaço;
- Irritabilidade;
- Ansiedade;
- Depressão;
- Agressividade;
- Pequenas lesões;
- Resfriados constantes;
- Dores de cabeça;
- Perda no rendimento;
- Impedimento do crescimento muscular;
- Disfunções hormonais.
Um atleta deve estar bem assessorado e monitorado pelo seu técnico. Este deve conhecer os hábitos e estilo de vida do atleta, além de fazer constantes avaliações. Um atleta também deve fazer exames laboratoriais periódicos que possam detectar alterações hormonais entre outras alterações.
Caso o atleta esteja com a síndrome do overtraining, o descanso é essencial. Embora para alguns atletas a idéia de parar os treinos seja muito difícil, é preciso um tempo de recuperação de pelo menos duas semanas para que este se recupere.
Dependendo do caso apenas mudar de modalidade pode resolver. Por exemplo, um atleta de corrida que apresente os sintomas do overtraining, pode passar a treinar na piscina, fazendo uma atividade mais leve e relaxante. Depois poderá voltar aos treinos de corrida numa intensidade menor e ir progredindo, aos poucos, através de um novo planejamento de treinos. Previna-se desta síndrome com avaliações periódicas e um planejamento correto para a sua condição física.

Texto descrito pela Educadora Física: Valéria Alvin Igayara de Souza - CREF 7075-G/SP - Especialista em Treinamento.

Fonte: http://cyberdiet.terra.com.br/overtraining-o-que-e-isso-3-1-2-119.html

“Três séries de 8 para crescer e três séries de 15 para definir”. Verdade ou mito?


Muitas vezes ouvimos falar que um treino com 8 repetições gera hipertrofia muscular e que com 15 repetições ocasiona definição muscular, mas isso é verdade mesmo ou não passa simplesmente de um mito criado a décadas? A seguir vocês verão como é que as coisas realmente funcionam.
A ideia de que um baixo número de repetições (exemplo 8 repetições) promoveria melhores resultados relacionados de hipertrofia muscular e, em contrapartida, um número ligeiramente mais elevado de repetições (exemplo 15 repetições) resultaria em uma maior definição muscular, é antiga e até hoje utilizada equivocadamente em alguns programas de musculação. Essa concepção é provinda, provavelmente, da cultura de treinamento dos fisiculturistas do passado, conforme descrito abaixo.
O fisiculturismo – modalidade competitiva em musculação – consiste na escolha do melhor físico, ou seja, o que apresenta melhor volume, definição e proporção muscular (simetria), sendo, portanto, uma modalidade em que busca a perfeição estética.
Os atletas fisiculturistas seguem uma rotina de treinamento dividida em dois períodos distintos: off season e pré-contest.

_ Off season: esse período é caracterizado pelo objetivo de ganho de peso corporal magro, que, muitas vezes, vem associado ao ganho de peso gordo em razão da adoção de uma dieta hipercalórica. Nessa fase de treinamento, os atletas ficam, realmente, “enormes”. As sessões de treinamentos consistem no levantamento de cargas pesadas com número moderado de repetições (exemplo 8 repetições).

_ Pré contest: esse período é caracterizado pelo objetivo de diminuir o percentual de gordura com o intuito de melhorar a definição muscular. Para tanto, os atletas adotam uma dieta hipocalórica. As sessões de treinamento dessa fase, geralmente, consistem no levantamento de cargas mais baixas e na execução de alto número de repetições (exemplo 15 repetições).

Como pode ser observada, a principal diferença entre os períodos de treinamentos consiste na dieta, ora hipercalórica, ora hipocalórica, a fim de atender aos objetivos de cada fase.
Como vemos, a alimentação exerce influência direta sobre o desempenho nos exercícios e, sendo assim, é coerente acreditar que haverá diferença no rendimento dos atletas entre os períodos off season e pré-contest. A diferença, então, entre a execução de 3×8 ou 3×15, respectivamente, dá-se pela alteração na dieta e não pelo objetivo da fase de treinamento (hipertrofia ou definição). O treinamento se ajusta à dieta e não o contrário.
O principal objetivo do atleta é o ganho de massa muscular, independente da fase de treinamento que se atravesse. Para essa finalidade, recomenda-se a utilização de cargas moderadas/altas com número moderado de repetições. No entanto, a adoção de uma dieta hipocalórica crônica leva a diminuição de capacidade de desempenho atlético. Como consequência, o atleta se vê obrigado a diminuir a carga (peso) dos treinamentos e, para que ainda possa continuar oferecendo estímulos hipertróficos à musculatura, compensa essa diminuição de carga com o aumento no número de repetições e a diminuição dos intervalos entre as séries. Pela forte influência estética que o fisiculturismo exerce na sociedade, entusiastas da musculação privados da informação observam e adotam essas alterações de treinamentos em seus respectivos treinamentos, porém, sem a preocupação em entender os motivos pelos quais o treinamento é alterado.
Portanto, o principal fator determinante para a definição muscular é a alimentação e não as alterações no treinamento. Sendo assim, 3×8, 3×15, 4×10 ou qualquer outra combinação de séries e de repetições semelhantes a essas têm como objetivo principal a promoção da hipertrofia muscular.
Por isto, “três séries de 8 para crescer e três séries de 15 para definir” é mito! Seja qual for seu objetivo relacionado à prática da musculação, o treinamento deve ser direcionado ao crescimento muscular. A dieta é o principal fator que determinará o crescimento ou a definição muscular.
Por fim, a definição muscular ocorrerá como resultado da diminuição da gordura corporal adquirida na temporada de treinamento devido à dieta hipercalórica. Esse objetivo será atingido, principalmente, pelas alterações na dieta alimentar. O exercício físico contribui por aumentar o gasto energético diário do praticante.
Siga sempre orientação de um Profissional de Educação Física para suas atividades físicas e um Nutricionista para prescrição de uma dieta adequada a seus objetivos.

Fonte: Musculação – perguntas e respostas: as 50 dúvidas mais frequentes nas academias\ Cauê V. La Scala, Dilmar Pinto Guedes Jr.

sábado, 24 de novembro de 2012

Qual a diferença entre veganos e vegetarianos?


Muitas pessoas se dizem vegetarianas, mas consomem alimentos de origem animal, como ovos, leites e mel, já outras se dizem vegetarianas e não consomem nenhum alimento de origem animal, será que existem diferenças entre esses dois tipos de pessoas ou são as mesmas coisas? Veremos a seguir.
Em muitos indivíduos surgem as seguintes indagações: “Mas nem peixe? Nem ovo? Nem leite?”. É isso mesmo, pois veganos e vegetarianos costumam gerar dúvidas como essas, porque nem todo mundo sabe diferenciar o que é permitido em cada dieta. “Os veganos não consomem nada de origem animal, como carnes em geral, leite, ovos, mel e roupas de couro”, explica a nutricionista Beatriz Botéquio.
Já os vegetarianos excluem produtos alimentícios que provocam sofrimento animal, como carnes, mas podem consumir laticínios e ovos. Eles podem ser classificados como ovo-vegetarianos (que não consomem carne, mas comem ovos), lacto-vegetarianos (que não consomem carne, mas liberam laticínios) ou ovo-lacto-vegetarianos (que não consomem carne, mas incluem ovos e leite na dieta).
Então, vegetarianos só não comem carnes, mas comem ovos e tomam leite e mel, e veganos não comem e não tomam nada que venha de um animal.

Referência

Curiosidades da culinária. Disponível em: http://www.terra.com.br/culinaria/infograficos/curiosidades-alimentos/. Acesso em: 23/11/2012.

Qual a diferença entre diet e light?


            Muito se ouve falar em alimentos ou substâncias light ou diet, mas será que sabemos as diferenças entre cada um. Então, lá vão as diferenças entre os dois.
Light quer dizer redução e diet quer dizer isenção, segundo a nutricionista Mariana Braga Neves. Assim, todo produto light tem que ter pelo menos 25% de redução de um ingrediente quando comparado ao original, que pode ser sódio, gordura, colesterol ou açúcar. “Para ser considerado light, o produto que quer ganhar o título tem que ter no máximo 75 calorias”, explica. “Nas prateleiras de supermercados, os produtos light mais comuns contêm redução de gordura e por isso acabam se tornando menos calóricos e mais indicados para dietas, mas nem sempre um produto light quer dizer menos calorias”.
Já o produto diet é indicado para pessoas com dietas específicas, porque é necessário retirar 100% de um ingrediente para que o produto tenha esse rótulo. Em sua maioria, o ingrediente escolhido é o açúcar.

Referência

Curiosidades da culinária. Disponível em: http://www.terra.com.br/culinaria/infograficos/curiosidades-alimentos/. Acesso em: 23/11/2012.